Dois Cães Leais Ficam Ao Lado De Seu Dono Doente. Médicos Permitiram Que Eles Entrassem Na Ambulância

A fidelidade dos bichinhos não tem limites e os cachorros Bob e Chiara são um grande exemplo disso. No dia 1º de novembro, eles entraram em uma ambulância para onde seu dono foi levado após ter sofrido com convulsões. Mais tarde, ele foi levado a um hospital com seus dois cães, que se recusaram a deixar o veículo.

O catador de recicláveis ​​José Antônio Pereira, 47, foi resgatado por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Bauru (SP). Ele foi encontrado caído quando Josy Plana (motorista de ambulância) e Maria de Lourdes Pereira (técnica de enfermagem) chegaram ao local.

Eles não podiam se aproximar do homem porque seus cães o protegiam. O pessoal da ambulância teve que acalmar os cães para prestar os primeiros socorros a José. Os cães ficaram ao lado do dono o tempo todo, certificando-se de que ele estava bem. Quando José teve que ser transportado para o hospital, os cães entraram na ambulância e não o perderam de vista.

Josyane e Maria não tiveram escolha a não ser trazer os animais de estimação, pois estavam preocupados que corressem atrás da ambulância e se machucassem. Impedidos de entrar no hospital, os cães permaneceram na porta do pronto-socorro e passaram a noite esperando o dono. No dia seguinte, de madrugada, José teve alta e voltou a encontrar-se com os seus amigos fiéis.

Estes são Bob e Chiara, dois cães leais que nunca perdem de vista seu querido dono José

Quando o dono foi levado para a ambulância depois de ter tido convulsões, os cães pularam para dentro do veículo e não pensaram em abandoná-lo

Os cães ficaram ao lado do dono o tempo todo, certificando-se de que ele estava bem

O pessoal da ambulância não teve escolha a não ser trazer os animais de estimação, pois estavam preocupados que eles corressem atrás da ambulância e se machucassem

Impedidos de entrar no hospital, os cães ficaram na porta do pronto-socorro esperando o dono. José teve que passar a noite em observação. Ele teve alta no dia seguinte

“Trabalhamos à beira da vida ou da morte, temos que ser técnicos, mas não podemos deixar de ser humanos”