O que aconteceu com esse cachorro vai te emocionar

O que eu vou falar nesse artigo é algo muito polêmico, mas que precisa ser dito. Quero que você preste muita atenção e leia a história com calma. Eu não sei se esse post vai ficar no ar a partir de amanhã, pois as empresas de vôo podem exigir que eu remova o artigo. Por isso, espalhe nos grupos do Facebook e Whatsapp. Quanto mais pessoas souberem da verdade, melhor será. Essa é a sua missão. Temos um acordo? Posso contar com você?

Eu recebi esse relato e ele revela um problema muito sério. Tudo começou quando Michele resolveu tirar algum tempo de folga, afinal de contas, o seu trabalho era muito estressante. O planejamento da viagem envolvia o destino de Boston, nos Estados Unidos. Além dela, seu marido também faria a viagem. Porém, um pequeno detalhe precisava se resolvido…

A cachorra da raça Bulldog Francês Darcy não poderia ficar sozinha. Sendo assim, a solução mais pertinente era levá-la junto na viagem. O casal sabia que uma viagem de avião muitas vezes pode ser cansativa para o pet. No entanto, eles disseram que não se preocuparam, pois Darcy tinha um plano de saúde pet. Esse plano de saúde para cachorros cobria consultas em Boston.

Hora do embarque

Chegando ao aeroporto o casal disse que gostaria de levar sua querida Darcy. nenhum funcionário se opôs, afinal de contas, o vôo com cães de colo é permitido. Após o check-in Darcy foi colocada em uma pequena mala para cães pequenos e os três seguiram viagem.

O início do vôo foi muito tranquilo, mas depois de alguns minutos a pequena Bulldog começou a agir de forma estranha. Michele disse que ela arranahva a mala e fazia alguns barulhos diferentes dos sons normais. Ninguém suspeitou de nada mais grave e a viagem continuou…

O sufoco da pequena Bulldog Francês

O marido de Michele suspeitou que alguma coisa não estava bem. A cadela estava batendo a cabeça na mala como se quisesse pedir ajuda. Foi então que eles notaram que ela não estava respirando normalmente. Ao tirá-la da mala notaram que ela estava molhada de suor e com a respiração muito ofegante.

O trajeto até Boston já tinha sido feito dezenas de vezes e Darcy nunca tinha passado mal. O casal não sabia o que fazer, pois com certeza nenhum veterinário estaria ali naquele vôo. Enquanto isso, no prazo de poucos minutos, Darcy desmaiou. Foi então que um verdadeiro desespero tomou conta do casal.

A heroína tinha um plano

Sem que eles percebessem uma das comissárias de vôo veio em direção a pequena Darcy e a ergueu. O casal não sabia o que ela estava fazendo, mas a única opção era confiar naquele moça cheia de atitudes. Ela então levou a pequena cadela para uma salinha e eles não a viram mais. Imagine o desespero do casal…

Após cerca de 13 minutos a comissário voltou com Darcy no colo e ela estava bem. O casal muito emocionado só conseguiu agradecer a moça depois de uns 5 minutos de choro e soluções. O susto tinha sido muito grande. Então a comissário disse:

“Tudo o que eu fiz foi levá-la até uma sala com aparelho de oxigenação. Ela recebeu um pouco de oxigênio e logo se restabeleceu.

A explicação veterinária para o caso

A raça Bulldog Francês é considerada uma raça de cão Braquiocefálico. De modo simplificado: o aparelho respiratório desse tipo de raça é mais curto e achatado. Sendo assim, quando expostos a situações de stress ou de alta pressão (vôos) eles podem ficar com a oxigenação muito baixa e desmaiarem.

Outros cães também fazem parte desse grupo. Uma outra raça muito famosa que também é Braquiocefálico é o queridinho Pug.

O pesadelo ainda não tinha terminado

O que era para ser uma viagem de descanso acabou se tornando um verdadeiro pesadelo. Apesar da comissária ter salvo Darcy heroicamente, a pequena Bulldog ainda precisava de uma visita ao médico veterinário.

Chegando em Boston eles correram para a clínica veterinária mais próxima. O Dr. disse então que Darcy tinha escapado por muito pouco e precisaria de algum tempo em observação. Segundo ele, ela provavelmente ficou alguns segundos sem oxigênio e isso poderia gerar sequelas graves.

Por sorte o plano de saúde pet que eles possuíam cobria todos os custos, pois ali era rede credenciada do plano de saúde. Caso contrário a conta ficaria muito cara.

Esses planos de saúde para cachorro funcionam de modo semelhante ao que temos aqui no brasil: Plamev, Doglife, Ciclic, Ap Pet e outros. São todos ao molde do pioneiro plano de saúde pet porto seguro.

O agradecimento

Depois de todo o sufoco, a querida Darcy se estabilizou e não teve nenhuma sequelas. Michele fez então um agradecimento a comissária de vôo que salvou a vida da pequena cadela. O post viralizou no Facebook e levantou algumas questões polêmicas sobre a empresa não ter alertado sobre cães de focinho curto terem um alto risco em viagens de avião.

A maioria das empresas não dá estes avisos e muitas se envolvem em problema sérios como o desvio de cães. É a nossa responsabilidade alertar os tutores de pet sobre tais riscos. Conto com a sua ajuda!